Dicas para organizar um financiamento conjunto de sucesso

(Foto: Freepik)

Comprar um imóvel é um grande passo na vida de qualquer pessoa. E quando o sonho da casa própria parece distante para um único comprador, o financiamento conjunto surge como uma solução prática e acessível. Mas afinal, como funciona essa modalidade?

Primeiramente, o financiamento conjunto nada mais é do que duas ou mais pessoas dividirem a responsabilidade pelo pagamento do imóvel. Isso significa que todos os envolvidos assinam o contrato com o banco e se tornam atrelados pela dívida, ou seja, respondem juntos pelo financiamento.

Quem pode participar? 

As opções são bastante flexíveis. O financiamento pode ser feito entre cônjuges, pais e filhos, irmãos, amigos ou até mesmo entre uma empresa e uma pessoa física. 

No entanto, é importante saber que, no caso de casais, existem diferenças entre quem é casado no papel e quem vive em união estável. Neste último caso, alguns bancos podem solicitar um contrato de união estável registrado em cartório.

Como funciona a divisão do imóvel? 

Na hora da compra, é possível definir porcentagens diferentes de propriedade para cada comprador. Por exemplo, um dos envolvidos pode ficar com 70% do imóvel e o outro com 30%. Isso será registrado na escritura e no contrato de financiamento, definindo também como será a partilha em caso de venda futura .

Quais são as principais vantagens? 

A primeira delas é o aumento do poder de compra. Ao somar as rendas de duas ou mais pessoas, fica mais fácil alcançar o valor do imóvel desejado e até conseguir condições melhores com o banco. Além disso, as parcelas ficam divididas, aliviando o orçamento mensal de cada um.

E se um dos compradores deixar de pagar? 

No financiamento conjunto, todos são responsáveis pela dívida. Se um não pagar, o banco pode cobrar integralmente dos outros. Por outro lado, se alguém quiser sair do contrato antes do fim, é possível fazer a chamada substituição ou exclusão de mutuários, transferindo a dívida para outra pessoa, desde que o banco aprove o novo comprador.

O que acontece em caso de separação? 

Para casais, o ideal é que tudo seja definido em contrato. Se não houver acordo, a regra geral é que cada um fica com a parte que pagou, mas isso pode gerar disputas. Por isso, muitos especialistas recomendam definir no contrato de financiamento como será feita a partilha do imóvel em caso de divórcio ou dissolução da união.

O financiamento conjunto é aceito no Minha Casa, Minha Vida?

Sim, o financiamento conjunto é aceito no programa Minha Casa, Minha Vida e, na verdade, é uma estratégia comum entre famílias que desejam aumentar o poder de compra para se enquadrar nas faixas do programa. 

O programa permite somar a renda de até duas pessoas para compor a renda familiar bruta mensal que será considerada na análise. Ao optar pelo financiamento conjunto no programa, é possível acessar faixas de renda mais altas e, consequentemente, financiar imóveis de maior valor. 

Além disso, o financiamento conjunto no MCMV permite que ambos os compradores utilizem o saldo de suas contas do FGTS para compor a entrada, abater o saldo devedor ou até mesmo pagar parcelas do financiamento.

O VIP é o empreendimento da Chaincorp incluso no programa Minha Casa Minha Vida, oferecendo ainda mais possibilidades para quem deseja morar em uma localização estratégica da Vila Prudente, a apenas 5 minutos de distância a pé da estação de metrô da Linha 2-Verde. Ainda mais, o complexo de lazer e conveniência conta com uma estrutura completa e diversificada para oferecer o máximo de conforto e praticidade sem sair de casa!

“Tudo o que você precisa saber sobre o ‘Minha Casa, Minha Vida’”, leia a matéria completa clicando aqui.

Como planejar um financiamento conjunto de sucesso

Com tudo isso, é possível perceber como o financiamento conjunto é um compromisso de longo prazo e que exige responsabilidade de todas as partes para ser planejado e executado da melhor forma.

Para isso, é crucial ter uma conversa honesta sobre as finanças de cada um, abrindo e analisando todas as entradas e saídas de caixa, exatamente para saber onde habitam os riscos e oportunidades dentro desta combinação de rendas.

E então, também é essencial alinhar as expectativas em relação ao imóvel financiado, isso porque é importante que todos tenham, ao menos, as mesmas prioridades na busca de um apartamento. A busca pela proposta ideal fica difícil quando uma parte valoriza mais a metragem e a localização estratégica, por exemplo, e a outra prioriza um preço acessível.

Ainda neste alinhamento, é interessante trazer à mesa os objetivos e planos para o futuro, considerando que o financiamento é um compromisso de longa duração. Caso uma das partes tenha a intenção de realizar outro grande investimento em pouco tempo e, com isso, comprometa o pagamento do financiamento, é um sinal de que não é o melhor momento para a união das rendas.

Por fim, caso todos os pontos anteriores tenham sido esclarecidos, é preciso organizar como serão feitos os pagamentos: por quem, como serão divididos os valores (meio a meio ou de forma proporcional à renda individual, por exemplo) e como serão gerenciados os outros compromissos financeiros da família.

Conte com os especialistas da Central de Vendas da Chaincorp para tirar todas as suas dúvidas! Nossa equipe está preparada para oferecer um atendimento personalizado, analisando seu perfil, sua renda e seus objetivos para encontrar a melhor solução.

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